Enquanto o professor Gilson Nunes, participava de uma Sessão Especial na Câmara de Vereadores de Campina Grande – PB, em homenagem ao dia do Servidor Público, por volta das 11:00h, do dia 24/11/11, um marginal se passando por servidor público, simulando uma matrícula falsa, foi educadamente recepcionado pela secretária da ASPRENNE, e o mesmo depois de confessar falsamente seus dados, pelos quais não constavam no relatório dos precatórios a receber, sacou uma arma e prontamente concretizou o assalto. Mandou que a secretária se mantivesse fechada em uma sala reservada e começou a fazer uma vistoria em todo o escritório.
Segundo a secretária da ASPRENNE, o marginal deixou um rastro de desordem no escritório, além do terrorismo psicológico de ameaça de morte, se a mesma tentasse reagir, encurralada. A secretária pedia a Deus para que algo mais sério não acontecesse. O marginal teve a ousadia de perguntar pelo presidente da ASPRENNE, como se o alvo fosse outro e não a secretária. Mesmo assim, ele conseguiu roubar um notebook da marca positivo Mobile e o celular da secretária.
Só foi possível denunciar a polícia o fato em virtude de uma servidora ter telefonado, solicitando informação sobre os precatórios e se deparou com a secretária chorando e pedindo socorro, em pleno desespero. Prontamente, a servidora ligou para policia, que se fez presente ao escritório da ASPRENNE para averiguar o fato. Posteriormente detectado o ocorrido, a funcionária saiu conjuntamente com a polícia na busca pelo marginal, sem obter sucesso.
Abalada com o impacto do assalto, a secretária foi para casa e passou a tomar remédios para equilibrar o pânico do medo, o ataque surpresa de uma pessoa perigosa vivendo entre os demais cidadãos. Para felicidade de todos, no mesmo dia, no horário da noite, a policia conseguiu capturar o marginal, que no outro dia foi reconhecido na Central de Policia pela secretária. Tremendo muito, e sob os efeitos dos medicamentos a secretária chegou a reconhecer que o assaltante que havia se passado por servidor público. Após o depoimento na delegacia, a secretária retornou ao escritório com uma ótima notícia, a polícia havia resgatado o notebook, menos o celular furtado.
Gilson Nunes disse que se o marginal foi orientado por terceiros para prejudicar o trabalho da Associação, é algo que precisa ser investigado. Se o marginal foi planejado a comparecer ao escritório da Associação com objetivo de assassinar alguém como queima de arquivo, é algo que precisa ser investigado. Se alguém que mandava mensagens desagradáveis pela internet para o celular do professor Gilson está envolvido nesta ação é algo que precisa ser investigado. “Ficam aqui essas indagações para o que o pior não aconteça. Nosso trabalho não pode parar”, acentuou o professor.
Ascom
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