o.  

Brasil -   

 Repórter Nacional 

 Transposição já

 

Indique

 

-

 

   
 

 Destaques

     
 

Institucional

 

 Contato
 
Quem Somos

 Newsletter

  .  

 

 

 

 

 


   


 

Artesanato : Festas : Festival de Inverno
 
O Maior São João do Mundo
São João e suas Músicas : Violeiros : Nau Catarineta
Nomes da música : Dança do Camaleão : Bacamarteiros
Banda de Pífanos : Fazenda Santa Roza : Sítio São João : Cordel  Pastoril : Serra da Borborema Tropeiros da Borborema : Teatro
 Museu de João Pessoa : Museu Histórico : Fotografia : Literatura  Artes Plásticas : Cineastas : Sociedade :
Quadrilhas

 

Dança do Camaleão


Dança encontrada nos festejos de colheita, alusiva ao lagarto, muito comum no sertão da Paraíba. Antigamente era dançada na zona rural do Rio Grande do Norte com muito mais freqüência.

Com o avanço tecnológico dos meios de comunicação, chegou aos centros urbanos, embelezando as festas de São João. É dança de pares enlaçados; tem feições dos fandangos sulistas, embora possua características peculiares da região nordestina. Pesquisada em Taperoá - Paraíba.

Boi da Paraíba

A Festa do Bumba meu Boi é um folguedo encontrado em todo o Brasil, porém, com variações rítmicas, coreográficas e épocas de realização bastante diversificada. Segundo a tradição nordestina a lenda acontece quando a grávida, Mãe Catirina,
mulher de pai Francisco, o capataz da fazenda, tem o desejo de comer uma língua de boi, pai Francisco mata o melhor boi do patrão e tira-lhe a língua. O filho do casal nasce perfeito, mas o amo exige o boi vivo, caso contrário mataria o capataz Francisco.

O único recurso para salvá-lo é ressuscitar o boi. Assim, com a ajuda de um pajé, o boi recupera a sua vida e o dono da fazenda declara a festa anual para comemorar o renascimento do boi.

Na Paraíba, o Bumba-meu-boi, conta com a figura destacada do vaqueiro, vestido a caráter - com o gibão e o chapéu de couro - do burrinho, da ema e do próprio boi, dentre outros. A movimentação é uma característica marcante do folguedo já bastante conhecido pela população brasileira. Pesquisado pelo grupo "Tropeiros da Borborema", Campina Grande - Paraíba.

Maracatu

Cortejo de negros, característicos do Estado de Pernambuco, de modo especial da cidade de Recife, podendo se encontrado também no Ceará. É tradicional, havendo alguns com mais de cem anos de existência. Existem várias versões para a sua origem. No período colonial, os portugueses, para acalmar os escravos e manter a ordem, incentivavam as chamadas coroações dos reis de congo, festa em que a nobreza escrava, eleita pelos próprios negros, era cultuada com cerimônias realizadas nas igrejas em homenagem à padroeira ou a Nossa Senhora do Rosário. Ao final do ato sagrado os escravos cantavam e dançavam com seus batuques, para festejar os seus reis. O Maracatu introduzido no Brasil pelos negros escravos, sofreu modificações em seus significados, objetivos e funções. Hoje é caracterizado por um sincretismo afro- brasileiro, dançada por negros e brancos celebrando a alegria do carnaval.

Personagens: Rei, Rainha, príncipes, mucamas, damas do passo_ dama que leva a calunga- pajés, vassalos e damas ricas.

Xaxado

Dança originária do alto sertão Pernambuco, conhecida em todo o agreste nordestino desde 1922, foi divulgada no interior pelo cangaceiro Lampião e os cabras de seu grupo. Inicialmente, a melodia desta dança vinha do som dos bacamartes, batendo no chão, e do chiado das alpercatas, que eram usadas também como instrumentos de percussão;porém, Luís Gonzaga, cantor e instrumentista nordestino, a transformou em baião. Passando a ser conhecido em todo o Brasil, ganhando os salões. Assim, o baião ficou sendo considerado o ritmo oficial do xaxado, nome que é uma onomatopéia do chiado de sandálias arrastando-se no chão" xá- xá- xá ".

Caninha Verde

Dança-cordão de origem Portuguesa, introduzida no Brasil durante o ciclo da Cana-de-açúcar. A caninha verde nos demais estados brasileiros é, na maioria das vezes, dança de fandango. Todavia, no Ceará é uma dança independente e começou a ser conhecida no início do século, nas praias de Aracati.

Ao aclimatar-se em terras cearenses, adquiriu formas próprias, bem diferenciadas daquelas de outras regiões. No início era dançada tão somente nas zonas praieiras e daí passou a fazer parte dos festejos momescos. Na verdade, há uma alusão ao período carnavalesco, como se pode perceber pela letra da marchinha fazendo referência aos "três dias da sardinha" e a Maria Colombina, Rainha do Carnaval, personagem viva do quadro, bem como ao Imperador D. Pedro II. Pesquisada pelo Grupo de tradições cearenses, Fortaleza - Ceará.

Caboclinhas de Alagoas

Caboclinhas é nome genérico, usado no Nordeste para designar toda e qualquer dança dramática inspirada nos usos e costumes dos ameríndios. Esse bailado foi registrado pela primeira vez, em tribos indígenas no Nordeste, no ano de 1584. A manifestação ocorre, sempre durante o período carnavalesco, com alguma intensidade nos Estados da Paraíba, Pernambuco,Alagoas e Sergipe. No Norte de Minas Gerais, a manifestação acontece durante as festas folclóricas de Agosto. Outrora, tinham a função de homenagear os reis escravos do maracatu no adro das igrejas. Atualmente, são grupos fantasiados de índios que, ao som de pequenas flautas e bandas de pífanos, saem pelas ruas das cidades, a dança simula lutas guerreiras, trabalhos agrícolas ou rituais de caça. Executam um bailado ritmado e marcado pelos estalidos secos das preacas (espécie de arco e flecha). A coreografia que o Aruanda executa foi pesquisada junto ao Gruo de Caboclinhas da Cidade de Capela, Estado de Alagoas.

Maculelê

A origem dessa dança se perde no tempo. É dançada em Santo Amaro da Purificação - BA. Sua realização se dá por ocasião das comemorações da festa de Nossa Senhora da Conceição. As lendas sobre a dança são as mais variadas. Dentre elas a do guerreiro que enxergava por todos os lados. Certa vez, quando dormia previu o ataque de sua aldeia pelos inimigos e, sozinho, tomando de uma grima de madeira, lutou e conseguiu derrotar a todos.

Fonte: www.grupoaruanda.com.br/dancas


Grupo busca resgatar a cultura da PB

O Grupo de Cultura Os Cariris, de Taperoá, no Cariri paraibano, destaca-se no cenário da Paraíba.

Os Cariris foi fundado no dia 17 de abril de 1988, através de um projeto idealizado pela professora Lúcia Maciel, que juntou alguns jovens com a intenção de formar um grupo de dança para fazer apresentações apenas na época do São João. A primeira apresentação aconteceu no dia 23 de junho do mesmo ano, durante o São João de rua da cidade.

As danças mostradas foram o camaleão, o xote, a araruna e o galope, que fazem parte da seqüência nordestina do grupo. Ela retrata o São João do início do século XX e é conhecida também como dança de salão porque fazia parte das danças de salão da corte real do final do século XIX e início do século XX, passando depois a fazer parte das festas juninas, com novos ritmos, músicas e indumentárias.

O nome Os Cariris origina-se da palavra Kiriri, tribo indígena que habitou a região de Taperoá. O símbolo do grupo foi criado pelo dramaturgo Ariano Suassuna. Trata-se de uma machadinha, instrumento agrícola muito utilizado pelos índios Kiriri. Ao redor da machadinha, existem 12 círculos, seis de cada lado, representando as famílias fundadoras de Batalhão. Nas extremidades, são observadas as letras VB, símbolo referente ao ferro utilizado para marcar os animais dos fazendeiros, juntamente com a letra do dono.

O grupo tem como objetivo manter viva a memória cultural do município, através das várias formas e expressões culturais, ou seja, na dança folclórica e moderna, teatro, música e artesanato, além de exercer atividades sociais. “Desde o início, o grupo foi idealizado não só para resgatar as tradições folclóricas na região, mas também para incentivar os jovens, para que eles não busquem o caminho das drogas e da prostituição”, declara Claudete Vieira, coordenadora.

Atualmente, a entidade possui dois projetos voltados para crianças: “Os Cariris Mirins”, que existe há mais de cinco anos e trabalha com cerca de 20 crianças, e uma escolinha de futebol de salão, coordenada por Iranildo Morais, que atende, em média, 80 crianças carentes.
 

 

 

-1º lugar

 

   
 



 

© Copyright 2005.     João Pessoa - Campina Grande - Paraíba - Direitos reservados.     Voltar   Próxima