Grupo Serra da Borborema
O Serra da Borborema é um grupo de danças, que
trabalha a arte através da dança, conscientizando
jovens e comunidade para a importância da cultura
popular.
Mantido pelo Educandário Rosa Mística, escola
situada na rua do Sol, 749 – Santa Rosa, em
Campina Grande, o Serra
da Borborema está à disposição para a realização,
dentro ou fora do Estado, de Festivais, Congressos
e Eventos em geral com diversas
Danças: Festa do Rosário (Congos da Paraíba, Terno
de São Benedito, Congada e Pontões);
Bumba-Meu-Boi; Seqüência Nordestina (Dança do
Camaleão, Xote, Baião, Caninha Verde, Araruna,
Dança do Cateretê, Quadrilha) e Danças
Contemporâneas “Trabalhadoras do Sisal”.
O grupo foi fundado em 23 de junho de 1992 com
alunos do próprio colégio e sendo difundido para a
comunidade posteriormente.
Cortejo que revela grande aculturação africana,
aparece nos mais diversos pontos do país, em
festas religiosas, sobretudo nas dedicadas a Nossa
Senhora do Rosário e São Benedito. As vezes possui
reinado (rei, rainha, vassalagem), em volvendo
parte dramática com embaixadas e lutas.
Mais
comumente aparece na forma de préstito, os
participantes cantando e dançando. É facilmente
encontrado da Paraíba ao Paraná sendo a maior área
de concentração nos estados de Minas Gerais e São
Paulo.

Dança
dramática, de origem portuguesa, que narra um
episódio envolvendo o escravo Pai Francisco, que
rouba e mata um boi para que sua mulher Catirina
grávida, com desejo, possa comer sua língua. O
coronel descobre o crime, coloca Pai Francisco na
cadeia e ameaça matá-lo, caso não compre outro boi
premiado. Os pajés e os doutores são chamados e,
depois de uma pajelança, ressuscitam o boi e todos
dançam de alegria para comemorar.
Nessas
devoções foram inseridos festejos populares como a
coroação do rei e da rainha Congos, as cheganças e
seus almirantes, capoeira e batuques, tudo
incrementado com cantoria e batuques, tudo
incrementado com cantoria e rituais que lembravam a
África.
O povo bantu é considerado responsável por trazer ao Brasil as devoções a Nossa
Senhora do Rosário e são Benedito levadas ao Congos
por missionários portugueses. Nessas ocasiões, podia
ocorrer também uma maior aproximação entre brancos e
negros que se divertiam nos folguedos, fazendo da
rua um espaço democrático, ignorando – ainda que por
um certo tempo – as diferenças sociais.
Entretanto no Espírito Santo, também e uma variedade
do antigo batuque. Os registros de tais informações
no estado datam de meados do século XIX.
Instrumentos: tambores pequenos e grandes, com pele
em uma ou ambas as extremidades, casacas, chocalhos
e cuíca.
Na Paraíba a festa do Rosário é comemorada em Pombal
na segunda semana do mês de outubro com Congos,
congadas e outras danças religiosas.
Fonte:
http://www.serradaborborema.ubbi.com.br
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