o.  

Brasil -   

 Repórter Nacional 

 Transposição já

 

  Indique

 

-

 

   
 

 Destaques

     
 

Institucional

 

 Contato
 
Quem Somos

 Newsletter

  .  

 

 

 

 

 


   


 

 

Artesanato : Festas : Festival de Inverno
O Maior São João do Mundo :
Comidas Típicas
São João e suas Músicas : Violeiros : Nau Catarineta
Nomes da Música : Dança do Camaleão : Bacamarteiros
Banda de Pífanos : Fazenda Santa Roza : Sítio São João : Cordel  Pastoril : Serra da Borborema Tropeiros da Borborema : Teatro
 Museu de João Pessoa : Museu Histórico : Fotografia : Literatura  Artes Plásticas : Cineastas : Sociedade :
Quadrilhas

Artes Cênicas *

Carlos Dowling, cineasta
A predisposição em se aprimorar na perspectiva de trabalhar com cinema no Brasil faz de Carlos Dowling uma das revelações no cenário do cinema paraibano. Ele começou no teatro, em 1992, quando protagonizou a peça “Romeu e Julieta”, sob a direção de Makários Maia. Depois disso, ainda no teatro, participou de algumas montagens e roteiros de peças. Seu primeiro vídeo, “Apocalipse! And Now?”, levou o prêmio de Melhor Vídeo, no Festival Nacional de Arte. Um outro vídeo, que lhe rendeu elogios, premiação e veiculação na MTV, foi “A Feira Balaio Futuro”, para o grupo Das Bandas da Paraíba. Com apenas 21 anos, realizou seu primeiro filme, “Funesto Farsa Irreparável em Três Tempos”. Logo depois, veio “A Sintomática Narrativa de Constantino”, resultado de um conto do próprio cineasta, com roteiro premiado no concurso do Ministério da Cultura, em 2000. Compõe o núcleo principal de cineastas residentes em João Pessoa.

José Dumont, ator
Nascido em Belém de Caiçara, na Paraíba, o ator José Dumont é uma das mais evidentes expressões das artes cênicas paraibanas a ganhar espaço no mercado nacional. Começou sua carreira em 1976, com uma companhia cearense, quando passou no teste para encenar “Morro do Ouro”, que estava sendo montada no Rio de Janeiro. No ano seguinte, trabalhou em “Morte e Vida Severina”, de João Cabral de Melo Neto. Seu reconhecimento veio através do cinema e da TV, levando em sua bagagem artística participações em filmes importantes no cenário nacional, como “O Homem que Virou Suco”, “Kenoma” (prêmio de Melhor Ator no Festival de Brasília), “Gaijim – Caminhos da Liberdade”, “A Hora da Estrela”, e outras participações especiais. É um dos grandes entusiastas da dramaturgia produzida em João Pessoa.

Linduarte Noronha, cineasta
Considerado como o grande iniciador do Cinema Novo Brasileiro, com o filme “Aruanda” (grande revelação do cinema paraibano), foi praticamente proibido de fazer cinema nos anos dos governos militares. O cineasta Linduarte Noronha nasceu em Ferreiros (PE) e mudando-se, pouco tempo depois, para João Pessoa. A partir de 1958, passou a publicar matérias em jornais locais, que lhe valeram alguns prêmios e a inspiração para realizar o filme “Aruanda” (muito premiado). Documentarista por convicção, Linduarte realizou uma filmografia curta, mas de grande qualidade. Reside em João Pessoa, de onde prepara sua biografia, contando parte essencial da história do cinema nacional.

Manfredo Caldas, cineasta
A formação do cineasta paraibano Manfredo Caldas foi basicamente inspirada pelo movimento cineclubista nas décadas de 1950 e 60, baseado em documentários jornalísticos e uma estética cinematográfica inaugurada por Linduarte Noronha, no filme “Aruanda”, em 1960. Manfredo Caldas é autor de obras importantes sobre a realidade social e cultural brasileira, como mostra no documentário “Uma Questão de Terra” (abordando os conflitos agrários), onde a Paraíba é cenário para suas realizações. Realizou alguns filmes vencedores de prêmios, como “Negros de Cedros”, no qual retrata uma comunidade negra, criada pelos escravos no século passado, no interior de Goiás. Mantém estreitos e intensos laços com os grupos culturais da capital paraibana.

Marcélia Cartaxo, atriz
A atriz cajazeirense Marcélia Cartaxo, nascida em 1963 começou a carreira teatral aos 12 anos, aprimorando sua técnica na Escola Piolin, em João Pessoa. Mas foi no cinema que ela firmou o nome da Paraíba no cenário nacional. Em 1986, aos 22 anos, interpretou a personagem Macabéia, uma imigrante nordestina perdida nas ruas de São Paulo, no filme “A Hora da Estrela”, de Suzana Amaral, que lhe rendeu o prêmio de melhor atriz do Festival de Berlin. Participou de outros filmes nacionais como “Eu Tu Eles”, contracenando com Regina Casé; “For All”, de Guga Ferraz e Luís Carlos Maciel e “Policarpo Quaresma”, de Paulo Thiago e Guilherme Fontes. É entusiasta e partícipe do trabalho desenvolvido pela Escola Piollin, em João Pessoa.

Paulo Pontes, dramaturgo
O teatro brasileiro nunca mais foi o mesmo depois que o dramaturgo paraibano Paulo Pontes entrou em cena com o seu trabalho engajado, preocupado com a resistência à ditadura militar. Ele é considerado um dos escritores mais lúcidos de sua geração. Sua obra tem como característica a presença do engajamento político crítico e uma menor preocupação com a estética dramatúrgica. Por isso, seu trabalho é apontado muitas vezes como superficial. A única obra que foge a essa característica é “Gota D’Água”, que foi feita em parceria com Chico Buarque, revelando uma preocupação com a questão estética. Entre as obras mais marcantes de Paulo Pontes destacam-se “Brasileiro, Profissão Esperança” e “Um Edifício Chamado 200” . O mais importante e moderno teatro de João Pessoa leva o nome do dramaturgo.

Vladimir Carvalho, cineasta
Considerado como um dos maiores documentaristas da América Latina, o cineasta paraibano Vladimir Carvalho conquistou vários prêmios nacionais e internacionais. Foram dezenas de documentários ao longo de mais de 40 anos de profissão, registrando as lutas, a cultura e a realidade do povo brasileiro. Seu compromisso é com a verdade. Ele demonstra esse jeito de fazer cinema em “O Homem de Areia”, documentário sobre o escritor José Américo de Almeida, em 1980. Após participar como roteirista em “Aruanda”, de Linduarte Noronha, seguiu na carreira de documentarista, realizando mais de 20 filmes, entre eles “Romeiros da Guia” e “O País do São Saruê”. Foi a convivência com os “cineclubistas” pessoenses que Carvalho moldou sua trajetória profissional.

Walfredo Rodríguez, fotógrafo e cineasta
A obra desse paraibano é tida como uma das primeiras propagandas institucionais do Nordeste. Nascido e criado na antiga Paraíba do Norte (hoje João Pessoa), o paraibano Walfredo Rodriguez (1894-1974) militou nas mais diversas formas de expressão cultural e artística. Foi escritor, fotógrafo, teatrólogo, historiador e cineasta. Sua obra principal foi “Sob o Céu Nordestino”, um filme realizado entre os anos de 1924 e 28, considerado como uma propaganda da região, que, à época, era tida pelo resto do Brasil como um lugar habitado apenas por índios, onde a civilização não havia chegado. Conta-se que o sucesso do filme foi tanto que o presidente João Pessoa fez questão de assisti-lo mais de uma vez. Walfredo Rodriguez viveu entre dois séculos e, por isso, pôde descrever e registrar a evolução urbana da Paraíba ao final ao século XIX. Suas fotografias (preservadas por descendentes) é um dos patrimônios históricos da cidade, cujo acervo tem um local especial e permanente de exposição, a monumento tombado pelo Iphan, Casa da Pólvora, de propriedade do município.


*Obs.: transcrito do Portal da Prefeitura Municipal de João Pessoa

 

 

 

-1º lugar

 

   
 



 

© Copyright 2005.     João Pessoa - Campina Grande - Paraíba - Direitos reservados.     Voltar   Próxima