Museu Histórico de Campina Grande
A
Cadeia de Campina Grande foi construída em
1814,
no largo da Matriz (hoje
Avenida Floriano
Peixoto).
Este prédio hoje em dia é o
Museu Histórico e
Geográfico de Campina Grande.
Mais tarde, a cadeia foi transferida do prédio do
museu para onde está situado o supermercado Bompreço.
No ano de 1896 aconteceu a inauguração da Estação
Telegráfica, em 13 de janeiro, inicialmente
denominada "Estação Telefônica", que funcionava no
referido prédio.
O prédio teve a sua construção iniciada em
1812, e inaugurada em 1814. A
parte térrea serviu como cadeia e no primeiro andar
funcionou a Casa da Câmara, durante 60 anos. O Frei
Caneca esteve preso no referido prédio.
O Museu
Histórico de Campina Grande foi inaugurado em 1983,
na Administração do prefeito Enivaldo Ribeiro, e
como um dos organizadores o saudoso professor e
jornalista Williams Ramos Tejo. Possui um rico
acervo que traduz a história da cidade em fotos,
gravuras, objetos, arquivo documental e literário.
Este importante espaço cultural.
No Museu Histórico que funciona no
sobrado mais antigo de Campina Grande, há um acervo
com mais de 300 fotografias que contam a história da
cidade. Estão disponíveis fotografias, artigos, mapas,
móveis, armas, veículos, jóias, ferramentas
organizados cronologicamente para contar a história
de Campina Grande.
Avenida Floriano Peixoto, 825, Centro
Todos os dias da semana,
incluindo feriados das 8h às 17h.
Telefone: (83)3310-6182
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Museu de Arte Assis Chateaubriand |
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O
Museu de Arte Assis Chateaubriand de Campina
Grande (MAAC) foi chamado no momento de sua
criação e princípio por diversos nomes: Museu de
Arte Pedro Américo, Museu Regional Pedro
Américo, Museu Regional de Campina Grande. Sendo
nomeado por "Museu de Arte de Campina Grande" no
documento de entrega do acervo inicial, datado
de 10 de agosto de 1967, quando por ordem do Dr.
Francisco de Assis Chateaubriand Bandeira de
Melo foi entregue ao então Reitor da
Fundação Universidade Regional do Nordeste,
Edvaldo de Souza do Ó, a relação das obras de
arte enviadas para a formação da primeira
coleção do MAAC, aqui nomeada "Coleção Assis
Chateuabriand". Com o desenrolar de seu
funcionamento o museu recebeu outras titulações:
Museu de Arte da FURNe, Museu de Artes
Plásticas, Museu de Arte Contemporânea.
Mostrando a intenção de seu criador a nomeação
de Museu Regional de Campina Grande, em virtude
da titulação da campanha que fundou o museu como
seus outros dois "irmãos":o Museu Regional de
Olinda (PE), Regional de Feira de Santa (BA),
que ainda mantém a titulação inicial.
O MAAC foi inaugurado em 20 de outubro de 1967,
e instalado primeiramente no prédio da reitoria
da Fundação Universidade Regional do Nordeste (FURNe),
atual Universidade Estadual da Paraíba,
transferindo-se em 1973 para o edifício
histórico da antiga Cadeia Pública (depois
Correios e Grupo Cariri - DNOCS), hoje Museu
Histórico e Geográfico de Campina Grande.
Em 1976 mudou-se para a sede atual no Parque do
Açude Novo construído na Administração do
prefeito Evaldo Cruz.
Com a restauração do edifício da reitoria da
UEPB, em 1997, foi criada a Galeria de Arte com
a finalidade primeira de devolver ao público as
obras da fase de instalação do museu,
restauradas e mostradas de forma sistemática,
com objetivos não só apreciativos, mas didáticos
Mostra uma coleção que abrange obras que vão do
Academismo Neoclássico Brasileiro ao processo
modernizador, passando pelo abstracionismo, e
completado por representação da neovanguarda da
década de sessenta, incluindo também importantes
artistas da arte Primitiva.
A partir de agora poderão ser apreciados
novamente artistas como Anita Malfati,
Portinari, Pedro Américco, Foujita, Eliseu
Visconti, Frans Krajcberg, Antônio Dias, Juan
Genovês, Djanira e tantos outros talentos
brasileiros e estrangeiros, que nos últimos
trinta anos contribuem para tornar a Paraíba um
importante referencial das artes plásticas
nacional.
Acervo
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O acervo museológico do MAAC está
configurado atualmente por 474 obras de arte
de diversas técnicas e procedimentos
artísticos, com exemplares de produções de
desenho, pintura, escultura, gravura, "assemblage",
colagem e outros meios. Apresentando a
linguagem visual da arte de diferentes
momentos da cena brasileira, em uma
abrangência já proposta na "Coleção Assis
Chateubriand" (120 obras), com parte exposta
na Galeria localizada no "Prédio Histórico
da Reitoria", onde encontramos exemplares do
ACADEMISMO NEOCLÁSSICO (Séc. XIX) ÀS
NEOVANGUARDAS DA DÉCADA DE 1960.
Atualmente, com a conseqüente aquisição de
acervo, fora a proposta de Chateaubriand, o
acervo do MAAC conquistou exemplares que
comunicam a cena da modernidade nas artes
visuais da Paraíba, com acréscimos também ao
acervo inicial de produções de artistas de
outras regiões do país e do exterior.
Levando-se a compor uma amostra com
diferentes propostas do processo da
modernidade ao Brasil.
Conta
com uma exposição permanente na Galeria da
Reitoria da UEPB, a sua mostra original de
inauguração "Brasil: do XIX ao XX". Estão lá
mais de 90 quadros que foram trazidos para a
cidade pelo jornalista Assis Chateaubriand,
entre as quais citamos os autores: Pedro
Américo, Cândido Portinari, Anita Malfatti,
Ismael Nery, Antônio Dias e outros.
O Museu
também realiza um trabalho educativo,
oferecendo monitoria para as escolas que se
interessam em organizar visitas coletivas.
Local da
exposição: Av. Floriano Peixoto, 718 -
Centro - Campina Grande, PB
Horário de Visitação: Terças às Sextas
das 8 às 11 e das 14 às 14 horas |
Museu de Arte
Assis Chateaubriand - MAAC
Universidade Estadual da Paraíba
Parque Evaldo Cruz
- S/N
58109-970 -
Campina Grande - PB
Tel.: (83)
341 3300 - Ramal 41 - Fax.: (83) 342 0074
e-mail
museu@uepb.rpp.br |
Já o Museu Regional de São João, no Parque
Cristiano Lauritzen, reúne o acervo de dois antigos
museus, o do Algodão e o de São João. Há peças e
documentos sobre a importância do algodão na Paraíba
e peças de arte regional, como bonecas de pano e
brinquedos.
Fonte: Guia Campina |