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João Pessoa, fundada em 1585,
é
a terceira cidade mais antiga do Brasil.


Conforme a ONU, é a segunda mais verde do mundo (a primeira das três Américas), apontada durante a Eco 92. O cálculo foi baseado no número de habitantes por área verde. Paris levou o primeiro lugar.

A Viagem...         

Foi fundada em 5 de agosto de 1585 como Nossa Senhora das Neves, após a vitória dos portugueses contra os potiguares. Em 1588, virou Filipéia, homenagem a Filipe de Castela.

Conquistada em 1634 pelos holandeses, passou a ser Frederica, alusão a Frederico, príncipe de Orange.

De volta ao domínio português em 1654, virou Paraíba. Com o assassinato de João Pessoa, candidato à vice-presidente na chapa de Getúlio Vargas e presidente do Estado, em 1930, a cidade recebeu o nome atual. O crime desencadeou a Revolução de 30.


O seu clima é tropical. É uma cidade com relativa segurança, baixo nível de poluição, praias de balneabilidade e um acervo cultural e natural dos mais importantes. O verde destaca-se no cenário com seus parques, praças e árvores, muitas vezes frutíferas. As praias salientam-se no excepcional cenário.

Conta hoje com cerca de 600.000 habitantes, predominando a população feminina (55%). Está ligada a Recife pela estrada federal BR-101, distando 110 km da capital pernambucana e ao interior pela BR-230, a 130 km de Campina Grande, maior cidade do interior do Nordeste. É bem servida em
hotéis e restaurantes.

As praias, o pôr-do-sol, o verde das ruas bem arborizadas e as construções históricas disputam palmo a palmo a preferência dos turistas. Mas João Pessoa, a menina dos olhos da Paraíba, também quer ser considerada a capital da alegria.

É uma cidade abençoada, com mais de 441 anos de história. Suas belezas naturais, comidas típicas e o seu povo receptivo. Turistas de toda a Paraíba e Estados vizinhos convergem para João Pessoa e área litorânea paraibana, atraídos pela qualidade de suas águas mornas e suas areias brancas.
 

O Espaço Cultural "José Lins do Rêgo",
no bairro de Tambauzinho, em João Pessoa


 

    

 

      

    

O clima varia entre 20° a 32º centígrados.

O aeroporto que serve a João Pessoa fica a seis quilômetros do centro, no vizinho município de Santa Rita (Aeroporto Internacional Presidente Castro Pinto, sn - Bayeux - Paraíba - e o porto a 18 quilômetros, no município de Cabedelo.

Possui ainda o Porto do Capim, na Cidade Baixa e o Porto de Jacaré, na praia do mesmo nome, além de um campo de pouso no Aeroclube de João Pessoa.

Conta dentro da cidade, com duas reservas de Mata Atlântica que funcionam como um pulmão, fornecendo oxigênio. Além da Lagoa do Parque Solon de Lucena. A primeira delas fica no bairro do Róger, o Parque Arruda Câmara, ou a "Bica", como é conhecida. Um jardim zoológico e reserva florestal, a Bica possui exemplares raros de nossa fauna e flora e animais exóticos de outros continentes.

A outra reserva florestal é a Mata do Buraquinho, transformada em jardim botânico em 28 de agosto de 2000. É uma área protegida, constituída por coleções de plantas vivas cientificamente reconhecidas, organizadas, documentadas e identificadas com a finalidade de estudo, pesquisa e documentação, servindo à educação, cultura, lazer e conservação ambiental.

A Mata do Buraquinho se derrama por mais de 500 quinhentos hectares de mata virgem, cortada por riachos e fontes naturais, onde fica situado um dos maiores reservatórios de abastecimento da cidade, e considerada a maior área verde em ambiente urbano do país.

A reserva é totalmente preservada. Serve como local de estudo para pesquisadores.

A história da Bica é terna e bela: trata do amor de dois indígenas, a índia potiguar Aipó, filha de um cacique e o valente guerreiro cariri, Tambiá. A inimizade entre as duas tribos impedia o casamento. Feito prisioneiro, Tambiá recebeu como "esposa da morte" a filha do inimigo. Executado na floresta, ele teve a última mensagem de sua amada; durante cinqüenta luas, Aipé chorou sobre a tumba do índio. Do seu pranto originou-se a fonte do sítio, a partir daí intitulado Tambiá.

 


O Pavilhão do Chá, no centro da cidade

 

 


A 2 de março de 1782 a Provedoria da Fazenda autorizou a edificação de uma fonte no pequeno bosque de onde fluía o córrego. Em 1831, foi expandido os limites do sítio, concretizando-se sua construção definitivamente em 1889. Posteriormente, recebeu o nome de Parque Arruda Câmara, em homenagem à memória de um extraordinário botânico paraibano. Até hoje ainda jorra da fonte uma água pura e cristalina, utilizada por muitas famílias em suas residências, após apanhá-la na Bica.

Reservas da VIDA

É no município de Mamanguape, no Litoral Norte da Paraíba, onde se encontra a maior área contínua de Mata Atlântica do Brasil, na bacia do rio Grupiúna. A reserva de Guaribas, com 4.321 hectares foi criada para restaurar os seus ecossistemas florestais agredidos e proteger as cabeceiras dos riachos que abastecem as comunidades rurais do entorno. Até o início da exploração e colonização européia, a área era ocupada pelos índios potiguaras, cujos remanescentes ainda sobrevivem em algumas poucas aldeias na reserva indígena de Baía da Traição. No passado mais recente, a área foi sendo apropriada de pequenos senhores de engenho pela família Von Lundgreen, de origem aparentemente alemã, que fundou a Companhia de Tecidos Rio Tinto.

A Estação Ecológica do Pau-Brasil está situada no Município de Mamanguape, criada através do Decreto Esta
dual nº 22.881 em 25 de março de 2002, pela sua importância devido à abundância da espécie (Ceasalpinia echinata) mais conhecida popularmente como pau-brasil, sendo a árvore símbolo do Brasil e por isso declarada como árvore nacional pela Lei Federal 6.607 de 7 de dezembro de 1978. O clima é do tipo quente úmido com chuvas de outono/inverno. A temperatura anual fica em torno de 24º a 27ºC e as médias pluviométricas alcançam cerca de 1800 a 2000mm.
 

 

-1º lugar

 

   
 



 

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