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Atrativos Naturais e Ecológicos

Praia da Boa Viagem

Muito famosa no país todo, esta praia tem sete quilômetros de areia protegidos por arrecifes formam centenas de piscinas de água bem verde.


A principal praia de Recife possui piscinas naturais formadas pelos recifes.

Esta barreira natural, distante 100 metros da praia, segue por quase todo o litoral de Pernambuco.

Praia do Pina

Zona Sul - Bairro do Pina - Esta praia tornou-se famosa pelas corridas de jangada (embarcação típica, a vela, feita com 6 paus roliços amarrados), usada pelos pescadores.

Sol e mar

A cidade oferece igrejas centenárias, museus, casario antigo, teatro e vida noturna.

A Praia de Boa Viagem – um dos cartões-postais do Recife – é apenas uma das atrações que o turista pode conhecer e usufruir no mês de julho. A cidade tem muito mais a oferecer: igrejas centenárias, museus, casario antigo, bons restaurantes, shows de música, teatro e uma movimentada vida noturna.

As férias do meio de ano são uma boa oportunidade para passeios por lugares da cidade não tão conhecidos como as praias. Mas cheios de atrações e história. O Bairro do Recife, entre o Rio Capibaribe e o Oceano Atlântico, é um bom exemplo. O lugar - antiga sede da administração da Capitania por decisão dos holandeses, em 1631 - é uma mostra das diversas fases da evolução urbana recifense. Com seus monumentos de inestimável valor arquitetônico e histórico, o Bairro do Recife passou por um grande processo de restauração e hoje abriga, além de prédios antigos, empresas de Tecnologia da Informação, bares, casas noturnas, restaurantes, feira de artesanato e a primeira Sinagoga da América Latina. É também um dos pontos de maior animação durante o carnaval e palco de freqüentes shows de música e dança promovidos pela Prefeitura.

São José e Antônio
Também no centro estão os bairros de São José e Santo Antônio. A ocupação dessas áreas deu-se no começo do século XVII, quando os franciscanos começaram a levantar o Convento de Santo Antônio (1606). Como a ligação com o Bairro do Recife se fazia por pequenas embarcações, o desenvolvimento urbano foi lento. A ocupação holandesa, no entanto, desenvolveu o bairro. A partir do século XVIII surgiu o casario que caracteriza o local.

O processo de urbanização, na década de 40, não destruiu completamente a arquitetura original e atualmente a área apresenta um acervo considerável de edificações antigas do século XVIII, XIX e do início do século XX.

O traçado original foi, de certa forma, preservado: ruas estreitas, becos e vielas tortuosas que se abrem, de vez em quando, em pátios. Nesses dois bairros, estão localizados vinte e quatro edifícios de grande valor histórico e cultural: igrejas, casario e até um forte militar.

Um passeio
Casario de Apipucos - Um dos lugares pouco conhecidos pelos turistas é o bairro de Apipucos. Ali viveu o sociólogo Gilberto Freyre, autor do clássico Casa Grande & Senzala. As terras do bairro originalmente faziam parte do Engenho Monteiro e já estavam povoadas na segunda metade do século XVI. Conserva até hoje sua principal igreja - a de Nossa Senhora das Dores, reconstruída e aumentada em 1887. As construções são oitocentistas, porque se pode ver através das casas altas, calçadas excessivamente fortes, sobre alicerces de pedras profundamente enterradas.

O conjunto arquitetônico do século. XIX tem ainda suas características originais preservadas. O casario situa-se próximo ao açude de Apipucos e da Várzea do Capibaribe, em meio as praças do Monteiro e Apipucos. As casas são utilizadas como residências, Instituto e Fundação. Perto de Apipucos está o tradicional bairro do Poço da Panela, com seus amplos casarões, casas e sobrados do século XIX - época em que era um dos melhores locais de veraneio da população do Recife, devido à proximidade do rio Capibaribe. Ao lado da Igreja um monumento chama a atenção. Trata-se do monumento a José Mariano, um grande abolicionista pernambucano, casado com dona Olegarinha que juntos ajudavam na fuga de escravos. Ele localiza-se em frente a casa nº 626 pertencente a Dona Olegarinha, a "Mãe dos Pobres".

Rua da Aurora - Todo o trecho entre a rua da Aurora e a rua do Hospício era coberto de grandes mangues. Hoje, à margem esquerda do Rio Capibaribe, na rua da Aurora, localizam-se exemplares da arquitetura do séc. XIX. As primeiras casas surgiram em 1807. Essas edificações são um testemunho de um estado sócio/cultural refletido na arquitetura. Destacam-se como exemplares de edifícios isolados o Ginásio Pernambucano, em estilo toscano, inaugurado em 1866 e a Assembléia Legislativa, com suas pilastras dórico-romanas, inaugurada em 1876. Sempre margeando o Capibaribe pode-se observar o casarão onde residiu o Conde da Boa Vista e que hoje funciona como a Secretaria de Segurança Pública.

Boa Viagem - Um dos principais atrativos da Praia de Boa Viagem, além do mar com águas mornas, é a sua atraente e urbanizada orla, com edifícios elegantes coqueiros, palhoças de coco verde e áreas de lazer. Apresenta a maior concentração de hotéis, restaurantes e bares do Recife, além de muitos outros equipamentos e serviços para melhor atender aos visitantes, a exemplo de agências de viagens, posto de informação turística, lojas de artesanato e shopping centers. Boa Viagem apresenta ainda exemplares reconhecidos da arquitetura moderna, como o edifício Califórnia, projetado em 1953 pelo arquiteto Acácio Gil Borsoi.

Teatro Santa Isabel - Expressivo exemplo da arquitetura neoclássica no País, o Teatro de Santa Isabel comemorou seus 155 anos em 2005. Tombado pelo patrimônio histórico e artístico nacional em 1949 e classificado entre os 14 teatros monumento do País, o Santa Isabel teve sua construção autorizada em 30 de abril de 1839, com a assinatura da Lei nº 74, pelo presidente da Província de Pernambuco, Francisco do Rego Barros, o futuro Conde da Boa Vista. O projeto é de autoria do francês Louis Léger Vauthier e as obras foram iniciadas em abril de 1841.

 

 



 

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