Localiza-se à nordeste da região nordestina.
O relevo é constituído pela planície litorânea, com
depressões na maior parte, e planalto. A vegetação é formada por mangue no
litoral, faixa de floresta tropical e caatinga.
O clima tropical no
litoral e oeste e semi-árido no centro.
São esses os principais rios: Mossoró, Apodi, Assu, Piranhas, Potengi,
Trairi, Seridó, Jundiaí, Jacu e Curimataú.
Dispõe de 26
.943
km de rodovias e 556 km em ferrovias.
A
sua agricultura tem como base a cana-de-açúcar, mandioca, feijão,
milho, coco, melão; na indústria o vestuário, alimentos, têxtil; e
mineração: ouro, ferro, tungstênio, água mineral, sal marinho,
areia, calcário, gemas, gás natural e petróleo; na pecuária e
criação de bovinos, suínos, ovinos, mel de abelha; o extrativismo
vegetal é saliente na castanha-de-caju, magaba, umbu, carnaúba e
oiticica.
A
economia baseia-se na produção de sal, algodão, caju e carnaúba; e
tem destacada reserva de petróleo.
De 1535 a 1598,
os franceses desbravaram
a região e a dominaram, sendo
expulsos pelos portugueses.
O
povoamento estendeu-se a 1633, quando chegaram os holandeses, que
estimularam a exploração do sal e da cana-de-açúcar e a criação de
gado. Expulsos os holandeses em 1654, o território virou palco da
Confederação dos Cariris. A rebelião generalizada das tribos
indígenas contra a escravidão durou de 1687 até o fim do século
XVII.
No ano de 1701 o Rio Grande do Norte foi subordinado a Pernambuco. Em 1817
aderiu à Revolta Pernambucana e Natal torna-se a sede de um governo
provisório.
Com o fim do movimento,
integra-se ao Império em 1822
e torna-se província.
Em 1824,
separatistas juntam-se aos pernambucanos, cearenses e
paraibanos na
Confederação do Equador.
Tornou-se Estado com a proclamação
da República, em 1889.
Na 2ª Guerra Mundial (1939-1945), os Estados Unidos montaram uma
base naval em Natal. Por esta condição, também abriga a base de
lançamento de foguetes brasileiros, na Barreira do Inferno, no se
encontrar no extremo leste do país.