A notícia que a secretaria de Saúde assinou o Plano de Cargos, Carreira e Vencimentos (PCCV) animou os servidores municipais, mas que logo foram surpreendidos já que não foram ouvidos pela pasta nas discussões acerca de vários questionamentos da proposta. Dessa forma, a comissão que participou da construção do plano e os trabalhadores só irão discutir o PCCV quando o mesmo estiver em votação na Câmara de Vereadores.
A declaração é do presidente do Sintab, Napoleão Maracajá. “O mesmo tem acontecido com o piso dos professores que a Prefeitura Municipal de Campina Grande insiste em não pagar. Depois de cancelar várias audiências com a direção do SINTAB (Sindicato dos Trabalhadores Públicos Municipais do Agreste da Borborema) e os docentes, a secretaria de Educação continua sem cumprir a determinação do Superior Tribunal Federal (STF) e não reajusta a carga horária dos professores e seu respectivo salário”, disse.
O presidente do SINTAB, Napoleão Maracajá, afirmou que irá continuar buscando oportunidades para o PCCV da Saúde seja discutido com os servidores, para que o projeto não seja aprovado como o governo quer, sem dar as garantias aos trabalhadores que podem sofrer algumas perdas salariais. “Estaremos fiscalizando e querendo discutir, porque não podemos baixar a cabeça e apenas dizer sim. Vamos lutar por melhorias. Da mesma será com o piso. Campina Grande paga um dos piores salários da Paraíba e os professores precisam ser respeitados recebendo o piso nacional do magistério”, acrescentou.
Sintab
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